La percepción de la hospitalidad en la ciudad de Budapest: la mirada de los inmigrantes
DOI:
https://doi.org/10.29147/revhosp.v22.1271Palabras clave:
inmigración, inclusión, interacción social, barrera lingüística, integraciónResumen
La hospitalidad es fundamental para generar vínculos, sentido de pertenencia e identidades culturales en las ciudades contemporáneas. Dado que debe incluir especialmente a quienes se encuentran lejos de su realidad habitual, resulta relevante observar a las personas involucradas en los actuales flujos migratorios. En este contexto, la investigación analiza la relación entre Budapest, ciudad anfitriona, y las personas inmigrantes que allí residen. La capital húngara, reconocida por su historia, arquitectura y diversidad cultural, atrae turistas y ofrece oportunidades laborales, educativas y de inversión, además de acoger a refugiados de regiones en conflicto, como Oriente Medio y Ucrania. Sin embargo, desafíos como la barrera lingüística y el alto costo de vida pueden dificultar la experiencia. El estudio busca comprender cómo las personas inmigrantes perciben la hospitalidad en su vida cotidiana a partir de una investigación exploratoria cuantitativa. Se aplicaron cuestionarios en línea mediante el método de “bola de nieve” a participantes no húngaros que habían vivido en Budapest. Los análisis basados en Cinotti (2011) muestran que, aunque existen iniciativas de integración, aún faltan políticas efectivas de inclusión. La falta de apoyo multilingüe, de profesionales capacitados y de información accesible dificulta la adaptación. En las interacciones sociales, algunas personas reportan seguridad y acogida, mientras que otras mencionan actitudes hostiles, especialmente en servicios públicos.
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